- "The path is not straight.
- Mistakes need not be fatal.
- People are more important than achievements or possessions.
- Be gentle with your parents.
- Never stop doing what you care most about.
- Learn to use a semicolon.
- You will find love." (esta é a minha preferida ;))
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terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 13 de abril de 2008
Cacela Velha

Nome: Aldeia Histórica de Cacela Velha
Freguesia: Vila Nova de Cacela
Concelho: Vila Real de Santo António
Região: Algarve
"Localizada na área protegida, a aldeia de Cacela está classificada como Imóvel de Interesse Público. O importante papel de Cacela «a Velha» na História Regional, torna-se patente pela antiguidade dos achados arqueológicos, pelo valor patrimonial do conjunto edificado e pela diversidade dos elementos etnográficos. Dominando o oceano, o baluarte de Cacela constituiu, desde o período romano, um ponto de vigilância e defesa da orla costeira algarvia. A formação do cordão dunar neste período, reforçou a protecção da fortaleza e o seu posicionamento estratégico".
(Fonte: http://www.baixoguadiana.com/)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Começar...
"Este pode ser um bom momento para mudar, comece por seguir o seu guia interior que, nas horas certas, a/o guia, orienta e protege. Liberte-se das amarras impostas por si e pela sua própria vontade. Olhe atentamente ao seu redor e verá que a vida ainda tem muito para lhe oferecer."
(In Mensagens dos Anjos)
(In Mensagens dos Anjos)
sábado, 22 de setembro de 2007
Cabo Verde - Coladera
"«Eh Ti Jon! Bocê vral um coladera!». Conta-se que era assim que as coisas aconteciam naquela altura em São Vicente. Os pares dançavam, sem parar, as mornas interpretadas pelos músicos. Mas numa determinada altura, provavelmente por causa da lentidão ou movidos pela necessidade de aquecer o ambiente, pediam aos músicos que tocassem mais depressa: «Eh Ti Jon. Transforma-a numa coladera!».
E assim apareceu a coladera, música urbana cabo-verdiana. Nasceu porque os músicos começaram a tocar a morna em contratempo. «A verdadeira coladera é aquela que esconde uma morna», disse o compositor B. Leza enquanto Jotamont dizia que «bastava acelerar o ritmo da morna para ter uma coladera».
Ao contrário da morna que viajou por quase todo o arquipélago, a coladera fez-se numa única ilha, São Vicente, outrora um importante depósito de carvão das companhias britânicas Cory Brothers and Co., Millers and Nephew e Wilson Sons, e escala marítima obrigatória entre a Europa e a América do Sul. O surgimento da coladera é resultado do ambiente festivo que ali se vivia ainda.
Nasceu por volta de 1930 ("Ribeira de Paul", a primeira coladera conhecida data dessa época), numa altura em que ainda se conseguia algum sustento na ilha do Porto Grande graças aos navios que por ali passavam. Dos seus impulsionadores destacam-se Gregório Gonçalves, mais conhecido por Ti Goy e Djosa Marques, membro do grupo Ritmos Cabo-verdianos. O primeiro, figura igualmente ligada ao teatro e ao carnaval mindelenses, criou uma coladera popular e o segundo, uma coladera mais erudita. Djack d’Carmo, António Tchitcho e, sobretudo, Manuel d’Novas também desempenharam um papel importante no desenvolvimento da coladera.
Manuel d’Novas desejava fazer uma coladera diferente. Acabou por criar a coladera-parodia. A vida social em São Vicente permitiu-lhe criar uma poesia apropriada durante as horas passadas a bordo de Novas Alegrias, navio que lhe valeu a alcunha. Manuel d’Novas, segundo o sociólogo César Monteiro, tornou-se num observador crítico da sociedade, preocupando-se tanto com o comportamento das pessoas ("Holandeza q’certeza") como da evolução política de Cabo Verde ("Té Monte Cara já gaguejá"). "Quando queres dizer uma coisa, não deves hesitar, seja quem estiver no poder", justifica o compositor.
A coladera também tem em Frank Cavaquim, sobretudo pelos seus textos, e Luís Morais, no que refere à melodia, dois importantes obreiros. Em Dakar onde viveu largos anos, o saxofonista e clarinetista encontrou um ambiente musical bastante latino, com ritmos como a cumbia, o mambo e o merengue, conseguindo integrar com sucesso essas influências na coladera durante a sua estadia em Roterdão.
Com o Cabo Verde Show, grupo cabo-verdiano fundado em Paris, do qual faziam parte Manou Lima e Boy Gé Mendes, entre outros, a coladera evolui para um ritmo mais moderno, dando origem a um chamado coladance alegre e influenciado pela salsa nos anos 80. Os álbuns de Tito Paris ("Dança ma mi criola"), do conjunto Os Tubarões ("Porton di nos ilha") e de Bius ("Dia e Note"), na segunda metade dos anos 1990, marcam um certo renascimento desse género e um regresso às origens. Um rumo também escolhido e seguido pelo grupo Simentera enquanto existiu."
(In http://www.caboindex.com/musica/Os-Generos-musicais-de-Cabo-Verde.php)
Tito Paris... Dança ma mi crioula
http://www.youtube.com/watch?v=WxBVRpfwtPg
E assim apareceu a coladera, música urbana cabo-verdiana. Nasceu porque os músicos começaram a tocar a morna em contratempo. «A verdadeira coladera é aquela que esconde uma morna», disse o compositor B. Leza enquanto Jotamont dizia que «bastava acelerar o ritmo da morna para ter uma coladera».
Ao contrário da morna que viajou por quase todo o arquipélago, a coladera fez-se numa única ilha, São Vicente, outrora um importante depósito de carvão das companhias britânicas Cory Brothers and Co., Millers and Nephew e Wilson Sons, e escala marítima obrigatória entre a Europa e a América do Sul. O surgimento da coladera é resultado do ambiente festivo que ali se vivia ainda.
Nasceu por volta de 1930 ("Ribeira de Paul", a primeira coladera conhecida data dessa época), numa altura em que ainda se conseguia algum sustento na ilha do Porto Grande graças aos navios que por ali passavam. Dos seus impulsionadores destacam-se Gregório Gonçalves, mais conhecido por Ti Goy e Djosa Marques, membro do grupo Ritmos Cabo-verdianos. O primeiro, figura igualmente ligada ao teatro e ao carnaval mindelenses, criou uma coladera popular e o segundo, uma coladera mais erudita. Djack d’Carmo, António Tchitcho e, sobretudo, Manuel d’Novas também desempenharam um papel importante no desenvolvimento da coladera.
Manuel d’Novas desejava fazer uma coladera diferente. Acabou por criar a coladera-parodia. A vida social em São Vicente permitiu-lhe criar uma poesia apropriada durante as horas passadas a bordo de Novas Alegrias, navio que lhe valeu a alcunha. Manuel d’Novas, segundo o sociólogo César Monteiro, tornou-se num observador crítico da sociedade, preocupando-se tanto com o comportamento das pessoas ("Holandeza q’certeza") como da evolução política de Cabo Verde ("Té Monte Cara já gaguejá"). "Quando queres dizer uma coisa, não deves hesitar, seja quem estiver no poder", justifica o compositor.
A coladera também tem em Frank Cavaquim, sobretudo pelos seus textos, e Luís Morais, no que refere à melodia, dois importantes obreiros. Em Dakar onde viveu largos anos, o saxofonista e clarinetista encontrou um ambiente musical bastante latino, com ritmos como a cumbia, o mambo e o merengue, conseguindo integrar com sucesso essas influências na coladera durante a sua estadia em Roterdão.
Com o Cabo Verde Show, grupo cabo-verdiano fundado em Paris, do qual faziam parte Manou Lima e Boy Gé Mendes, entre outros, a coladera evolui para um ritmo mais moderno, dando origem a um chamado coladance alegre e influenciado pela salsa nos anos 80. Os álbuns de Tito Paris ("Dança ma mi criola"), do conjunto Os Tubarões ("Porton di nos ilha") e de Bius ("Dia e Note"), na segunda metade dos anos 1990, marcam um certo renascimento desse género e um regresso às origens. Um rumo também escolhido e seguido pelo grupo Simentera enquanto existiu."
(In http://www.caboindex.com/musica/Os-Generos-musicais-de-Cabo-Verde.php)
Tito Paris... Dança ma mi crioula
http://www.youtube.com/watch?v=WxBVRpfwtPg
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Crato
http://www.cm-crato.pt/XXIII Feira de Artesanato e Gastronomia do Crato
O Festival do Norte Alentejano
29 de Agosto a 2 de Setembro de 2007
Que tal uma visita? Divirtam-se!
DIA 29
19h15 - Abertura Oficial
19h15 - Abertura Oficial
19h45 - Grupo Coral Alentejano “Amigos do Cante”
20h15 - D’ZRT
21h55 - Filarmónica do Crato
23h05 - XUTOS & PONTAPÉS
DIA 30
19h30 - FF
DIA 30
19h30 - FF
21h15 - PACO BANDEIRA & JOSÉ CID
23h30 - ALA DOS NAMORADOS com Rão Kyao e Nancy Vieira
DIA 31
19h30 - ANDRÉ SARDET
DIA 31
19h30 - ANDRÉ SARDET
21h15 - JORGE VADIO
22h30 - RUI VELOSO com Rio Grande
00h30 - Tributo a Carlos Santana
DIA 1
19h30 - FLORIBELLA
DIA 1
19h30 - FLORIBELLA
21h15 - BOSS AC
23h35 - JOANNA com Adelaide Ferreira
00h30 – Bandalismo
DIA 2
19h30 - 4TASTE
DIA 2
19h30 - 4TASTE
21h20 - PEDRO BARROSO
22h10 - VAYA CON DIOS
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